NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
tomamos a iniciativa.
AGORA… QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
entendidas.’
Vinicius de Morais
Tabela Internacional de Graduação de Macho
Agosto 26, 2009
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1 – ESPORTES a.. Capivara, javali, comida muito apimentada = CONAN 4 – HIGIENE 6 – PRESENTES QUE GOSTA DE GANHAR a.. Ferramentas = OGRO 7 - CREMES 8 – ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO 10 - RELAÇÃO COM ESPELHO |
Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste. (NOVO ACORDO ORTOGRAFICO)
Agosto 20, 2009
ALFABETO – uso de K, W e Y.
1.O alfabeto da língua portuguesa passa a incorporar as letras K, W e Y e a contar ao todo 26 letras. O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
2. O uso das letras K, W e Y se aplica nos seguintes casos: Nomes próprios de pessoas (antropônimos) em outras línguas e seus derivados: •William, Taylor ou taylorista Nomes geográficos (topônimos) como de regiões, países e cidades: •Kuwait, kuwaitiano
3. Abreviaturas, símbolos, siglas e palavras adotadas como unidades de medida internacionais: Km (quilômetro) K ( potássio) kg (quilograma)
4. Sempre que possível, nomes de países e cidades em outras línguas devem sempre ser grafados em sua forma correspondente em português: - Nova Iorque ® não New York -Zurique ® não Zürich
A letra maiúscula é facultativa em
1. Termos de reverência, formas de tratamento cortês (áulicos) ou de hierarquia e os hagiônimos: ®Senhor Doutor João Silva ou senhor doutor João Silva
2. Início de versos e em termos que classificam locais públicos: ® Avenida ou avenida Capitão Claro ® Igreja ou igreja São Sebastião
O uso da letra minúscula é facultativo
1. Citações biográficas: “Memórias Póstumas de Brás Cubas” quanto “Memórias póstumas de Brás Cubas”.
2. Nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas: ® Português ou português ® Artes Plásticas ou artes plásticas
TREMA
1. O trema, sinal colocado sobre a letra “u” para indicar sua pronúncia nas sílabas gue, gui, que e qui deixa de ser adotado nas palavras em língua portuguesa ou aportuguesadas.
| ANTES DO ACORDO |
| freqüente |
| tranqüilo |
| DEPOIS DO ACORDO |
| frequente |
| tranquilo |
2. O trema permanece nas palavras estrangeiras e seus derivados, como Müller, Führer.
ACENTUAÇÃO – O que muda
1. Os ditongos abertos -ei, -oi, -eu das palavras paroxítonas:
| ANTES DO ACORDO |
| idéia |
| assembléia |
| epopéia |
| DEPOIS DO ACORDO |
| ideia |
| assembleia |
| epopeia |
ATENÇÃO:
•As palavras monossílabas e oxítonas que trazem os ditongos abertos éi, ói, éu continuam recebendo o acento.
•Ex: réis, papéis, mói, troféu, destrói
2. As palavras paroxítonas com -i e -u tônicos que vierem depois de ditongo
| ANTES DO ACORDO |
| feiúra |
| Sauípe |
| baiúca |
| DEPOIS DO ACORDO |
| feiura |
| Sauipe |
| baiuca |
Obs.: O acento permanece quando as palavras forem oxítonas, como o “i” e o “u” em posição final, seguidos ou não de “s”, como Piauí, tuiuiú(s).
3. O hiato “oo” deixa de receber acento nas palavras paroxítonas, que passam a ser escritas assim:
| ANTES DO ACORDO |
| vôo |
| enjôo |
| môo |
| perdôo |
| DEPOIS DO ACORDO |
| voo |
| enjoo |
| moo |
| perdoo |
4. O hiato “eem” da terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou subjuntivo dos verbos dar, crer, ler, ver (e seus derivados) não será mais acentuado:
| ANTES DO ACORDO |
| Eles crêem |
| Eles lêem |
| Eles vêem |
| Eles descrêem |
| DEPOIS DO ACORDO |
| Eles creem |
| Eles leem |
| Eles veem |
| Eles descreem |
VERBOS TER E VIR
Usa-se o acento circunflexo para distinguir da terceira pessoa do singular
Ex.: ele tem / eles têm ele vem / eles vêm
Obs.: A regra é válida também para os verbos derivados de TER e VIR (manter, conter, deter, intervir, …)
Ex.: ele mantém / eles mantêm ele intervém / eles intervêm
Agora que você já conhece as principais mudanças, confira algumas frases construídas segundo as regras do acordo ortográfico.
1.Eles leem durante o voo tranquilo, sem reparar na epopeia do rapaz paranoico.
2.A heroica atriz foi aplaudida no dia da estreia da peça.
3.Cinquenta toneladas de linguiça estragaram a caminho da Coreia.
ACENTO DIFERENCIAL
Não é mais usado o acento diferencial entre as palavras homógrafas:
pára (verbo parar) e para (preposição)
péla (verbo pelar) e pela (preposição)
pélo (verbo pelar), pêlo (substantivo) e pelo (preposição)
pêra (substantivo) e pera (preposição)
| ANTES DO ACORDO |
| Ele sempre pára o carro para falar ao celular. |
| O gato deixou pêlos pelo tapete. |
| Estou com vontade de comer pêra. |
| A expedição chegou ao pólo Norte. |
| DEPOIS DO ACORDO |
| Ele sempre para o carro para falar ao celular. |
| O gato deixou pelos pelo tapete. |
| Estou com vontade de comer pera. |
| A expedição chegou ao polo Norte. |
É mantido o acento diferencial da palavra: PÔDE (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo do verbo poder) para diferenciar de PODE (terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo poder).
Ex.: Ele não pôde aparecer ontem, mas pode passar aí hoje.
Também se mantém o acento diferencial do verbo PÔR para diferenciar da preposição POR.
Ex.: Ele pediu para a filha pôr o açúcar de volta no armário por causa das formigas.
USO DO HÍFEN
1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h:
Exemplos: anti-higiênico, anti-histórico, co-herdeiro, macro-história, pré-história, super-homem, mini-hotel, ultra-humano.
Exceção: subumano
2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento.
Exemplos: aeroespacial, agroindustrial, antiaéreo, antieducativo, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, extraescolar.
4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos: antirrábico, antirracismo, antissocial, contrarregra, contrassenso, cosseno, neossimbolista, ultrassom.
5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, auto-observação, micro-ondas, micro-ônibus, contra-ataque.
6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos: hiper-requintado, inter-racial, super-racista, super-resistente, super-romântico.
7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos: interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superinteressante, superotimismo.
8. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte.
Exemplos:
Na cidade, conta- -se que ele foi viajar.
O diretor recebeu os ex- -alunos
Com o curso rápido abaixo, você vai entender as expressões mais utilizadas:
1 – Princípio da iniciativa das partes – “faz a sua que eu faço minha”.
2 – Princípio da fungibilidade – “só tem tu, vai tu mesmo” (parte da doutrina e da jurisprudência entende como sendo “quem não tem cão caça com gato”).
3 – Sucumbência – “a casa caiu !!!”, “o tambor girou pro seu lado”
4 – Legítima defesa – “tomou, levou”.
5 – Legítima defesa de terceiro – “deu no mano, leva na oreia”.
6 – Legítima defesa putativa – “foi mal”.
7 – Oposição – “sai batido que o barato é meu”.
8 – Nomeação à autoria – “vou cagoetar todo mundo”.
9 – Chamamento ao processo – “o maluco ali também deve”.
10 – Assistência – “então brother, é nóis.”
11 – Direito de apelar em liberdade – “fui!” (parte da doutrina entende como “só se for agora”).
12 – Princípio do contraditório – “agora é eu”.
13 – Revelia, preclusão, perempção, prescrição e decadência – “camarão que dorme a onda leva” (SENSACIONAL!!!!!).
14 – Honorários advocatícios – “cada um com os seus pobremas”.
15 – Co-autoria, e litisconsórcio passivo – “passarinho que acompanha morcego dá de cara com muro”, ou “passarinho que acompanha morcego, dorme de cabeça pra baixo”
16 – Reconvenção – “tá louco, mermão. A culpa é sua”.
17 – Comoriência – “um pipoco pra dois” ou “dois coelhos com uma paulada só”.
18 – Preparo – “então…, deixa uma merrequinha aí.”
19 – Deserção – “deixa quieto”.
20 – Recurso adesivo – “vou no vácuo”.
21 – Sigilo profissional – “na miúda, só entre a gente”.
22 – Estelionato – “malandro é malandro, e mané é mané”.
23 – Falso testemunho – “fala sério…”.
24 - Reincidência – “porr* mermão, de novo?”.
25 – Investigação de paternidade – “toma que o filho é teu”.
26 – Execução de alimentos – “quem não chora não mama”.
27 – Res nullius – “achado não é roubado”.
28 – De cujus – “presunto”.
29 – Despejo coercitivo – “sai batido”.
30 – Usucapião – “tá dominado, tá tudo dominado”.
Vidas passadas
Agosto 11, 2009
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes. Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento. Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros. Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso “ porque não estamos acostumados com isso” e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos. E passa noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença. E o tempo passa… Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que , inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então nos perguntamos. E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar um abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.
Pense!…
Não o perca mais!…
Até 10 horas, em superfícies lisas ou maçanetas. 2 – Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata. 3 – Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade (mucosa do nariz, boca e olhos). O vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia. 4 – É fácil de se contagiar em aviões?
Não. É um meio pouco propício para ser contagiado. 5 – Então, como posso evitar a contaminação?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente… Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6 – Qual é o período de incubação do vírus?
Em média, de 5 a 7 dias. E os sintomas aparecem quase imediatamente. 7 – Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas e os prognósticos são muito bons. A melhora é de 100%. 8 – De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou se beijar no rosto e pelo nariz, boca e olhos. 9 – O vírus é letal?
Não. O que ocasiona a morte do paciente é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia. 10 – Que riscos têm os familiares de pessoas que morreram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. 11 – A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não, porque contém químicos e está clorada. 12 – O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória. A pneumonia severa é o que ocasiona a morte. 13 – Quando se inicia o contágio? Antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, ou seja, antes dos sintomas. 14 – Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, pois fica-se imune ao vírus suíno. 15 - Onde se encontra o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o vírus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente, recomenda-se extremar a higiene das mãos. 17 – O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim. São pacientes mais suscetíveis, mas ao se tratar de um novo germe, todos somos igualmente suscetíveis. 18 – Qual é a população que está sendo atacado por este vírus?
Pessoas entre 20 e 50 anos. 19 - É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns produtos de maior qualidade que outros, mas se você não está doente, usar a máscara é pior, pois o vírus, pelo seu tamanho, atravessa a máscara, como se ela não existisse. Além disso, usar a máscara, sem se estar infectado, cria-se, na região entre o nariz e a boca, um microclima úmido, proprício ao desenvolvimento viral. Mas, atenção: se você já está infectado, use-a para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz. 20 - Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim. O vírus não anda no ar, nem tem asas.
21 - Serve para alguma coisa tomar Vitamina C?
Não serve para nada, no sentido de prevenir o contágio deste vírus, mas ajuda a resistir a seu ataque. 22 – Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos. 23 – O vírus se move?
Não. O vírus não tem nem patas nem asas. A pessoa é quem o coloca dentro do organismo, por meio das mãos, em contato com os próprios olhos, nariz ou boca. 24 – Os animais de estimação pegam o vírus?
Este vírus não. 25 – Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus, posso me contagiar?
Não. 26 – Qual é o risco das mulheres grávidas que contraírem este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco, mas por dois (ela e o bebê). Elas podem tomar os antivirais, mas em caso de contágio e com estrito controle médico. 27 – O feto pode ter lesões, se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos podem fazer no processo, já que é um vírus novo. 28 - Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pois pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomando a aspirina. 29 – Serve para algo tomar antivirais antes dos sintomas?
Não serve para nada. 30 – As pessoas com HIV, diabetes, câncer etc. podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia, ao contrair o vírus?
Sim.
31 – Uma gripe convencional forte pode se converter no H1N1?
Não. 32 – O que mata o vírus?
O sol, ficar exposto mais de 5 dias no meio ambiente, sabão, os antivirais, álcool em gel. 33 – O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento. 34 – O álcool em gel é efetivo?
Sim, muito efetivo. 35 – Se estou vacinado contra a influenza estacional, sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus. 36 – Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção. 37 – O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países. 38 - Aquele que se infectou com este vírus e se curou fica imune?
Sim. 39 – As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas. 40 – Quais as medidas que as pessoas que trabalham devem tomar?
Lavar as mãos muitas vezes ao dia. 41 - Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tussam e ou espirrem perto, pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio. 42 - Pode-se comer carne de porco?
Sim. Não há nenhum risco de contágio. 43 – Qual é o fator determinante para saber se o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.
*
ALMAS GÊMEAS….
Ninguém jamais conseguiu explicar como foram
criadas as Almas Gêmeas, mas eu me lembro
bem dessa história…
Estavam lá no céu, todas as almas…
Umas eram somente Razão…
Outras somente Emoção…
Duas filas distintas…
Finalmente chegou a minha vez
de ser colocado em uma das filas.
Olhei para ambas e me
identifiquei com a da Razão…
Acontece que, quando avistei você
na fila da Emoção, meus olhos brilharam…
Foi como se fosse um imã a me puxar !
Aproximei-me do criador e lhe disse:
– Eu gostaria de ficar na fila
da Emoção, pode ser????
É que existe uma doce alma lá,
que me encantou !
– Está bem, me falou ele…
Você até poderá escolher seu lugar,
mas antes quero lhe explicar algo,
depois então você fará a sua opção…
– Existem Almas que são Gêmeas…
Tudo nelas é igual !
A única diferença que eu coloquei
foi a Razão e a Emoção justamente
para que elas possam se completar !
É como se fosse um encaixe…
Possuo uma grande percepção
para distinguir as Almas Gêmeas
e por isso entendi que aquela
que se encontra ali
na fila da Emoção é a sua,
daí querer te colocar na da Razão…
Caso vocês fiquem juntos, o encanto
das Almas Gêmeas se acabará…
Ao passo que se ficarem separados,
ela permanecerá !
No entanto, devo lhe contar algo…
As Almas Gêmeas nem sempre
se encontram, porém vivem sempre
unidas pelo coração e por elas próprias…
Por outro lado quando se encontram,
jamais se separam, nem mesmo eu
consigo executar esse afastamento !
Entendi naquele momento que
a Razão não sobrevive
sem a Emoção !
E a Emoção por sua vez,
precisa da Razão para viver !
Nesse instante fiz a minha escolha:
– Prefiro a fila da Razão !
Razão !
Encaminhei-me para o meu lugar…
Me posicionei e nesse mesmo instante,
você que até então, não tinha
percebido a minha presença,
olhou-me e sorriu !
Hoje, eu sou a Razão….
Você a Emoção…
Eu te dou o chão
e você me leva à lua !
Hoje eu entendo o que
o Criador quis me dizer com:
É COMO SE FOSSE UM ENCAIXE…
Hoje, eu sou a Razão
correndo atrás da Emoção !
E você a Emoção
pedindo aos céus para que eu possa
pertencer a mesma fila que você !
Mas o que você não sabe é que
fui eu quem escolheu o meu lugar…
Só para ser a sua Alma Gêmea !
O que você não sabe é que,
mesmo antes de pertencer
a qualquer uma das filas…
Eu já te amei !
Quando voltarmos para o lado de lá,
você há de entender tudo isso
e se eu puder escolher
uma das filas novamente…
Eu ainda vou querer
ficar separado de você !
A única diferença é que
escolherei a fila da Emoção,
para sonhar como você sonhou !
E que você fique na da Razão,
para entender o quanto eu sofri !!
Jamais me subestime!
JORNAL O DIA
Domingo, 21/junho/2009
Lamentações
José Hamilton Bezerra Lima
(promotor de justiça)
Feliz não é aquele que não sofre, e sim aquele que tem a coragem de sofrer. Não há pessoa humana, por rica ou poderosa que seja, sábia ou bela, que não tenha a sua cota de sofrimento, de provações, de contrariedades, a experimentar a vida.
Cada pessoa é a própria medida do seu sofrer. Nós é que fazemos os sofrimentos maiores ou menores, segundo as dimensões e os medidores da nossa sensibilidade, das nossas suscetibilidades. O mesmo sofrimento, para uns, pode ser estóica e heroicamente suportado, e para outros angustiosa e dolorosamente tolerado.
Padre Manuel Bernardes em seu livro “Novo Floresta”, conta a seguinte história, que nos oferece uma perspectiva interessante e instrutiva, a respeito da dimensão do sofrimento de cada pessoa. Um eremita, em plena solidão do deserto, tinha como único alimento diário uma maçã, que um anjo do céu ali deixava todas as manhãs, junto à pedra onde repousava a sua cabeça. Um dia, cansado daquela vida, austera e cansado de tantas privações, foi vencido pela tentação de abandonar aquelas lugares ermos e procurar ambiente onde pudesse viver mais humanamente e morrer mais tranquilamente. Toma do seu cajado, e começa a sua jornada, sempre acompanhado do leito tranquilo do rio, quando a certa altura, se depara com outro eremita, mais alquebrado pelos anos, mais magro de carne, mais cadavérico do que ele. Quando lhe conta as decisões de abandonar as penitências que vinha fazendo no deserto, porta-se ele de joelho aos pés, e, com lágrimas nos olhos, lhe pede que não faça tamanha descaridade com ele, revelando que se alimenta diariamente somente com as cascas das maçãs que ele comia, e que desciam pela água daquele rio.
Nós nos lastimamos e nos revoltamos com os nossos sofrimentos, julgando-o humanamente insuportáveis, e que para outros seriam prazer e felicidade, se pudessem trocar pelos seus pesares e angústias. Se realmente nos déssemos ao trabalho e pesquisa de examinar o sofrimento de muita gente, levantaríamos agradecidos os olhos aos céus pela felicidade do sofrimento que suportamos.
O que importa, porém, como princípio de sabedoria não é medir o nosso sofrer ou comparar a nossa vida, com o sofrer da vida dos outros. É, sim, aceitarmos, com heroicidade, o sofrimento como condição e condimento da própria vida. Será com o peso das nossas aprovações que temos que galpar e escalar a montanha da vida. Aqueles que se abatem se deixam vencer pelo pessimismo e pelo desespero estão-se marginalizando da própria vida, e jamais conseguirão alcançar vitórias e triunfos, porque só venceremos quando realmente formos maiores do que os nossos próprios sofrimentos e dificuldades.
Irmão, não se lamente das dores e dos seus sofrimentos. Lamenta-se, sim, no dia em que sentir que lhe falta coragem e paciência para suportar as difiuldades e os percalços da sua vida.